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Editorial

Ainda dá tempo para mais um café?

Há uns 15 dias, eu escrevi sobre isso no meu perfil pessoal do LinkedIn. Lá, o foco era a nova ferramenta (em implantação) do Google – “Crowded” Maps – que permite aos passageiros informar se um ônibus está cheio e quantos lugares ainda estão disponíveis. Incrível, não é? Há informações de que São Paulo deve ser uma das primeiras cidades com a novidade habilitada.

Essa é mais uma mostra de que a cada dia a tecnologia vai mudando radicalmente a nossa rotina da mobilidade no trânsito, nos transportes de passageiros e cargas.

Imagino que você que é motorista, assim como eu, não sai de casa sem acionar o GPS em busca de um caminho livre de trânsito. E, você que é gestor das frotas, também não deve desgrudar o olho deste tipo de tecnologia.

Interessante é pensar que por trás de tudo isso está o bem mais valioso da atualidade: a informação. Todos os dados de comportamento versus deslocamento de pessoas ou produtos são algo extremamente relevante. E vendável.

Claro que a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados vai deixar as coisas mais complexas e seguras, mas o fato é que quando utilizamos (pessoas ou empresas) esses apps de alto valor agregado, permitimos a coleta de informações cada vez mais relevantes no cenário de transformação digital.

Para nossos clientes, informações como essas podem fazer a diferença, por exemplo, no aumento ou remanejamento da frota de ônibus ou mesmo no rodízio de veículos para equalizar desgaste de peças.

É nosso papel, como especialistas em tecnologia para o transporte e logística, estar atento e aproveitar oportunidades como essas para entregar insights estratégicos com agilidade e simplicidade.

Muitas tecnologias para o transporte estão sendo apresentadas ao mercado, e tanto nós quanto os gestores das empresas de transportes, precisamos ficar atentos para entender como essas tecnologias facilitarão o dia a dia das empresas.

No meio de tantas oportunidades, não podemos fazer escolhas precipitadas que coloquem em risco o futuro das empresas.

É isso que temos entregado por aqui. Que tal mais um cafezinho?

 

 

Valmir Colodrão, CEO da Praxio

 

 

 

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