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Editorial

A brincadeira de criança que virou coisa séria, mas ainda assim, encanta

No mês que se comemora o dia das crianças, o que mais temos falado por aqui na empresa se relaciona com robôs e inteligência artificial. Isso me lembra que lá pelos anos 80, isso já estava no meu imaginário de criança e, se você também é dessa época, imagino que me compreende bem.

Naquela época, eu jamais poderia imaginar que eles, os robôs, acabariam mesmo tão próximos de mim. E se você for na Fenatran 2019, que vai acontecer na semana que vem aqui em São Paulo, vai entender melhor o que eu quero dizer.

Na semana passada, escrevi um artigo que postei no LinkedIn e aproveito, aqui, para agradecer novamente as empresas Rodoviário Nova Era e Grupo Henrique Stefani, que com suas histórias de sucesso foram capazes de tangibilizar os robôs de fato. Vou replicar aqui. Espero que goste.

 

O futuro chegou, e os robôs já são uma realidade – até no transporte

Quando se fala em inteligência artificial, parece até que vamos entrar em um assunto bem complicado. Ainda assim, ela tem sido pauta de diversos estudos, palestras e centros de discussão entre os profissionais ligados à tecnologia e inovação nos últimos anos.

E eu me pergunto, o que explica essa popularidade? Meu palpite é que essa solução possui grande compatibilidade com as dinâmicas corporativas atuais. Veja: a automatização veio para afugentar burocracias que, até alguns anos atrás, pareciam impossíveis de se extinguir.

Há mais de 30 anos trabalho em uma empresa que desenvolve tecnologia de gestão especialista no transporte rodoviário, a Praxio, que hoje a represento como CEO. Já vi processos dos mais diversos. Teorias do mercado que prometiam e não vingaram. Tecnologias que chegaram e vieram para ficar. E o conceito de inteligência artificial salta aos olhos.

Nesse sentido, entendo-a como uma combinação de dados que permitem o rápido processamento de algoritmos, permitindo que máquinas e sistemas complementem atividades humanas. Ok, isso parece enredo de ficção científica. É quase isso mesmo. Já a vimos atuando nas telas de cinema.

Mas, diferente dos robôs que viajam no tempo e outras aventuras cinematográficas, a inteligência artificial existe para facilitar necessidades do nosso dia a dia. O próprio Google, por exemplo, já a utiliza para classificar seus resultados de busca.

E você deve estar se perguntando… Valmir, e o que isso tudo tem a ver com a MINHA transportadora?

Um estudo recente realizado pela consultora Accenture revelou que, até 2035, a inteligência artificial aumentará a produtividade no trabalho em quase 40%. Em outras palavras, essa tecnologia se tornará um fator determinante para a competitividade entre as empresas.

 

Quem não aderir, pode ficar 40% menos ágil e mais obsoleto! Nada de androides assassinos como nos filmes – o perigo real é não conseguir sustentar o negócio pelos próximos 15 anos. No entanto, não é preciso desanimar. Vou explicar como este tipo de tecnologia pode perfeitamente ser aplicado e apresentar benefícios comprovados.

Na transportadora, a inteligência artificial atua na parametrização de processos e tomada de decisões. Com ela, a intervenção humana é mínima. O sistema gera documentos de transporte, entrega arquivos, verifica disponibilidade de frota, gera lançamentos contábeis e fiscais, entre outras funções. Tudo de forma automática.

O resultado disso? Redução de erros, menos custos, aumento da produtividade e dinheiro no caixa.

 

Nesse sentido, tive o prazer e o orgulho de ouvir, há pouco tempo, dois de nossos clientes manifestarem suas experiências de sucesso com o ERP Praxio Carga e Logística – o único sistema de gestão integrada do mercado específico para o segmento, que utiliza a inteligência artificial para otimização das operações de transporte.

Na Henrique Stefani uma das transportadoras de maior credibilidade no Brasil e países do Mercosul, com mais de 50 anos de atuação, a necessidade era melhorar o processo de indicadores da operação como um todo.

Com o uso da Torre de Controle do nosso ERP, a empresa pôde automatizar as informações e consolidar tudo em um amplo painel de indicadores dos mais variados. Com ele, é possível visualizar informações do dia a dia de forma muito simples.

Essa flexibilidade, inclusive, permitiu repassar ao cliente embarcador uma gestão compartilhada do transporte de cargas (quanto os veículos faturam, quilometragem rodada, disponibilidade, entre outros). Agregar valor ao cliente do nosso cliente é satisfação em dobro para nós!

Já na transportadora Nova Era, empresa que atua há 28 anos no ramo de cargas especiais, parte da gestão ainda era feita de forma manual. Ou seja, sem a integração entre áreas, muito retrabalho e suscetível a erros. Olha só os processos burocráticos aí, tão insustentáveis nos tempos de hoje!

 

Agora, com o auxílio do ERP, toda a emissão de documentos – CTe, MFe, importação de NotFis – é feita de forma automática pelo próprio sistema. É como se robôs atuassem no software. Cada um com a sua função, desempenham uma parcela da operação de forma mais ágil e assertiva. O operador apenas acompanha a emissão e o avanço dos processos.

Assim, em vez de ter pelo menos uns 4 softwares para gerenciar essas transportadoras da forma como desejavam, ambas puderam otimizar a operação com um único fornecedor especialista no segmento, que não exige nenhuma customização, além permitir a interoperabilidade de sistemas, isto é, a integração eficiente com rastreadoras e seguradoras de risco.

E com tudo isso, o que podemos concluir?

Sim, vivemos a era moderna e digital. Chegamos ao futuro, talvez até antes do que imaginávamos. E, com ele, vem a necessidade de fazer parte dessa mudança. Mas isto é bom: mudar, transformar e evoluir.

É isto o que nos move na Praxio, e podemos ajudar a sua transportadora nessa missão.

 

Valmir Colodrão, CEO da Praxio

 

 

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