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Como aumentar a produtividade e reduzir custos operacionais do transporte

Aumentar a produtividade é o desafio de qualquer empresa. Mas, frente a um setor altamente competitivo, as transportadoras se tornam uma das mais exigentes na busca por resultados. Ainda assim, reduzir custos operacionais do transporte não é tarefa fácil.

Tendo a operação logística em perspectiva, são diversos os pontos de intervenção que podem ser trabalhados. No entanto, caso sejam executados sem um planejamento estratégico, a empresa corre o risco de comprometer todos os processos de sua operação.

Atraso nas entregas, geração de despesas, perda de materiais e o impacto negativo na satisfação dos clientes, são algumas das consequências que ameaçam a sobrevivência da transportadora.

A Praxio, empresa que atua no desenvolvimento de tecnologia voltada ao transporte rodoviário de carga e logística, listou as 5 soluções fundamentais para aumentar a eficiência da frota. Quer se destacar no mercado e obter os melhores resultados? Então fique atento à essas dicas:

 

1- Otimize sua distribuição

É fato que a ociosidade é um dos fatores mais prejudiciais quando se fala em produtividade. Na operação logística, no entanto, ela é ainda mais específica e nociva. Apesar de gerar custos excessivos, não é facilmente perceptível.

Por exemplo, quando as entregas são feitas sem planejamento da rota, o motorista, mesmo em movimento, pode apresentar ociosidade. Isso porque, sem estratégia de distribuição, o motorista leva o caminhão com a mercadoria, mas retorna descarregado.

Neste caso, a ociosidade consiste na perda do tempo de trabalho do motorista, além de recursos, como pneu e gasolina. Afinal, trata-se de um trajeto excedente, que não gera nenhum retorno financeiro em favor da empresa – apesar de gerar despesas.

Há alguns anos, as transportadoras rodoviárias costumavam adicionar taxas de compensação da ociosidade após a entrega da mercadoria. Mas esta é uma prática cada vez menos qualificada pelos clientes.

Além de reduzir a ociosidade, uma rede de distribuição otimizada auxilia nos gerenciamentos de risco, de acessibilidade das vias e de pontos de entrega. Mesmo definindo a rota mais curta, este mesmo trajeto pode ser de difícil mobilidade, ou mesmo inseguro.

Encontrar o percurso que equilibre distância, acessibilidade e segurança é essencial para uma operação eficiente. Assim, a empresa não corre o risco de atrasar prazos devido a problemas com mobilidade, ou mesmo de perder a carga em zonas perigosas.

 

e-book para controle de custos da transportadora

 

2- Gerencie o estoque

Uma boa gestão de armazém é outro fator que contribui para a redução de custos. Com ela, é possível organizar todos os processos que envolvem a movimentação dos produtos – o que é indispensável para transportadoras que trabalham com grande volume de mercadorias.

Tal organização reduz o tempo de saída da carga para a entrega, pois permite o melhor aproveitamento de empilhadeiras e evita erros de separação, ou mesmo atrasos na liberação de pedidos por não localização dos produtos.

Um bom WMS (Sistema e Gerenciamento de Armazém) possui este propósito: integrar informações do armazém e da frota para maximizar a eficiência gerencial de informações. Como se trata de uma plataforma digital, realiza o controle de estoques de forma automatizada, agilizando processos e permitindo o acesso aos status da operação em tempo real.

Em geral, o WMS tem utilidades como:

Entrada de pedidos
Planejamento de recursos
Controle de portaria
Inspeção de cargas
Estocagem
Separação de pedidos
Emissão de documentos
Inventário

Este sistema possui interface integrada aos softwares de gestão ERP (Enterprise Resource Planning), o que viabiliza não só a otimização da operação da empresa, como também os processos backoffice – financeiro, RH, jurídico, entre outros.

 

3- Tenha um controle de manutenção

Um dos erros mais comuns entre os diretores de transportadoras rodoviárias é negligenciar a manutenção preventiva da frota.

Para assegurar a continuidade operacional, a manutenção corretiva não é suficiente, pois, com ela, os problemas só são descobertos quando o veículo já não tem condições de operar. Além de reduzir a vida útil do caminhão, a manutenção corretiva exige que o veículo seja afastado para conserto por muito mais tempo.

O ideal é que seja programado um plano de manutenção, que vai auxiliar no controle de disponibilidade de veículos, evitando qualquer interrupção inesperada na operação. A manutenção preventiva, quando feita corretamente, envolve:

Inspeções
Testes
Medições
Reposição de peças
Reparos
Limpeza
Troca de óleo
Substituição de pneu

Sobre este último, é preciso ter uma atenção especial. Segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em pesquisa realizada em 2018, uma das maiores representações de gastos com insumos pelas transportadoras são os pneus.

Realizar um bom controle de substituição de pneus reduz a incidência de paradas imprevistas para trocas.

 

4- Automatize processos

Automatizar significa utilizar a tecnologia para agilizar tarefas de forma programada. No setor de logística, sistemas inteligentes que permitem a automatização da operação têm provocado um grande impacto no mercado. Trata-se de um fator que, indubitavelmente, contribui para a redução de custos.

Sistemas de gestão ERP, por exemplo, automatizam a emissão de documentos fiscais, como o CT-e e o MDF-e. Além disso, determinam o roteiro ideal para entrega de mercadorias, levando em conta todos os atributos de distribuição que, como já mencionado, contribuem para a produtividade e redução de custos.

Como registra atividades operacionais e emite relatórios estatísticos, um ERP também possibilita o controle de custos de forma muito mais rápida. O sistema torna mais fácil o acompanhamento do trabalho desenvolvido e, portanto, a identificação de gargalos no processo.

Aquisições de materiais e contratação de pessoal estão entre os custos que um bom ERP permite compreender com assertividade, a fim de otimizar investimentos. Ele reduz despesas desnecessárias causadas por falhas na operação, como multas, acidentes e a manutenção corretiva.

Existem muitos softwares de gestão, mas nem todos cobrem todas as competências da transportadora. Por exemplo, existem ERPs que tratam apenas de partes administrativas, sem atuar na gestão operacional, que inclui manutenção dos veículos, escala de motoristas, rastreamento da frota, etc.

Portanto, a escolha de um software adequado às necessidades intrínsecas da transportadora é fundamental aos diretores que buscam este tipo de tecnologia.

Um dos exemplos mais recentes no mercado, o ERP Praxio Logística é um software para gestão de cargas especializado no setor. Além disso, possui integração com WMS próprio. Assim, toda a informação é centralizada em um único sistema – o que garante confiabilidade e minimiza possíveis erros.

 

5- Adote soluções em cloud computing

Não basta falar em tecnologia sem pensar na própria infraestrutura de TI. Ainda mais quando o assunto é redução de custos. Manter servidores, máquinas de refrigeração e demais equipamentos exige gasto considerável com aquisições e atualizações, além de espaço físico para estrutura-los.

Com a migração para a nuvem, nada disso é necessário. Além da economia, este tipo de solução garante maior segurança contra perda ou roubo de informações digitais. É o recurso certo para as transportadoras que desejam se ajustar ao futuro do mercado, pois é facilmente escalável e sustentável.