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6 ações para sustentabilidade no transporte urbano

A mobilidade em médias e grandes cidades tem sido centro de discussões entre gestores, educadores e diversos profissionais, independente da área.  Isso porque a necessidade de resguardar o meio ambiente é proporcional à crescente demanda de passageiros. Garantir sustentabilidade no transporte urbano é, portanto, um dos principais desafios de executivos do segmento.

A ampliação desenfreada das cidades, somada à falta de planejamento e infraestrutura, impactam a mobilidade. Além das grandes capitais brasileiras, mesmo as regiões metropolitanas são alvos de engarrafamentos. Estes, que geram maior tempo de viagem.

Consequentemente, muitas pessoas recorrem ao transporte particular em busca de conforto. O que resulta em dois problemas:

 

• Piora a falta de mobilidade urbana, pois há mais veículos nas ruas;
• Contribui para a poluição, com a emissão de gases que provocam chuva ácida e agravam o efeito estufa.

 

Neste sentido, oferecer um serviço de transporte público de qualidade, respeitando as normas socioambientais, não é somente uma responsabilidade para com os passageiros – como também para o meio ambiente.

Atualmente, já é possível contar com medidas que tornam a operação do transporte mais eficiente. Quando corretamente aplicadas, as estratégias promovem o transporte urbano sustentável e ainda trazem benefícios econômicos. Afinal, resultam em um menor consumo de combustível e viabilizam até a redução do desgaste de peças e dos veículos.

Conheça as principais estratégias para sustentabilidade no transporte urbano:

 

Arla 32

Visando um transporte urbano sustentável, surgem soluções como o Agente Redutor Líquido de Óxidos de Nitrogênio (ARLA). Trata-se de um reagente composto que deve ser inserido no Sistema de Redução Catalítica Seletiva. Ou seja, um catalisador para ônibus.

Seu objetivo é reduzir a emissão química de gases do escape de veículos movidos a diesel. O número 32 se refere à concentração de solução de ureia (32,5%) em água desmineralizada.

A OBD (sistema de autodiagnostico do veículo) mede a qualidade de gases de veículo por meio de sensores. Assim, alertando o motorista ou a empresa de transporte de passageiros que restam apenas 48 horas até o abastecimento do reservatório. Caso não haja reabastecimento, a potência diminui em 40%. Vale lembrar que o consumo esperado é de 5 litros de Arla32 para 100 litros de diesel.

É importante que o produto tenha o selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). A ausência do selo pode provocar problemas no veículo, o que gera gastos adicionais, contribui para a maior emissão de poluentes e aumenta o risco de multas e apreensão do ônibus.

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) possui um Guia de uso correto do Arla32 para usar esse recurso sem medo. Para baixar o arquivo, clique aqui.

 

Descarte correto de óleos lubrificantes

O óleo lubrificante é considerado um resíduo perigoso após seu uso. Isso porque, caso seja descartado incorretamente, pode contaminar a água e o solo. A contaminação acarreta em consequências críticas para a saúde pública, com risco de contaminação de alimentos, aumento de salinidade, erosão, entupimento de canos e redução da fertilidade do solo.

Dessa forma, a Resolução nº 362/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA é o que determina o rerrefino como destino obrigatório desse resíduo. A prática extrai os componentes contaminantes do óleo usado ou contaminado e o transforma em óleo básico, recuperando-o.

 

Descarte correto das baterias automotivas

Não é só o óleo que precisa ter o descarte correto. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) também determina regras para uso e descarte de baterias, que devem ser seguidas por empresas de transportes e condutores.

Após atingir o fim de sua vida útil, é necessário que a sucata de bateria seja descartada da maneira correta. A resolução CONAMA nº401 de 2008 determina que o fabricante nacional tem a obrigação de receber as baterias descarregadas que forem comercializadas por ele.

Porém, apesar da obrigação de receber, o fabricante não tem a responsabilidade pela coleta. Essa função que deve ser exercida pela empresa de transporte.

 

Ecocondução

A condução correta de um veículo pode diminuir a quantidade de poluentes emitidos – e também o gasto de combustível. Segundo o Guia sobre ecocondução, proposto pelo Programa Despoluir (da CNT e do SEST SENAT), entre as boas práticas que diminuem a emissão de poluentes, estão:

 

• Ler o manual do veículo;
• Dirigir com atenção;
• Respeitar as regras de trânsito;
• Abastecer os veículos com combustível de qualidade;
• Evitar que o veículo utilize a reserva de combustíveis;
• Evitar deixar o veículo esquentando quando houver injeção eletrônica e trafegue com o veículo engrenado.

 

Manutenção preventiva

A manutenção preventiva é ponto importante para os gestores de frota e motoristas profissionais. Afinal, manter o funcionamento dos veículos em ordem garante um transporte mais seguro, eficiente e limpo.

É importante checar itens como motor, bateria, freios, pneus e dispositivos de sinalização periodicamente, evitando possíveis problemas com a frota de veículos. O alinhamento e balanceamento também são de suma importância, já que garantem maior eficiência do motor e menor gasto de combustível.

 

Tecnologia como aliada

Cumprindo seu papel como facilitadora, a tecnologia representa uma alternativa a fim de amenizar os efeitos negativos provocados pelos meios de transporte. Nesse sentido, softwares de gestão integrada podem auxiliar as empresas de transportes de passageiros que buscam implementar soluções sustentáveis.

Com o ERP Praxio Passageiros, é possível ter o controle total da frota, monitorando aspectos importantes para o meio ambiente. Entre eles, estão facilidades como:

 

• Controle do combustível;
• Manutenção;
• Controle Preventivo;
• Monitoramento de Pneus e Estoque;
• Controle de compras;
• Gestão de oficinas;
• E-commerce para compra de peças.

 

Em síntese, o correto controle de insumos, como pneus e combustível, permite a redução e gerenciamento de custos. Assim, promovendo a sustentabilidade no transporte urbano